Estudos de Perda de Partículas:
Na produção farmacêutica asséptica, a contaminação por partículas transportadas pelo ar provenientes de sistemas de tubulação — caso não detectada — pode comprometer a garantia de esterilidade e levar a falhas em auditorias.
As normas EU GMP Anexo 1 e ISO 14644-TR21 exigem, atualmente, uma compreensão e um controle mais aprofundados dos riscos de transporte de partículas em todos os tipos de instalações, incluindo sistemas legados tradicionais, isoladores e máquinas de envase baseadas em tecnologia RABS.
Avaliamos o layout da tubulação instalada para identificar as configurações de maior risco e mais sensíveis a partículas, considerando todas as variáveis que podem impactar o transporte.
Testes realizados no local ou em laboratório para medir o impacto da configuração da tubulação na confiabilidade dos dados ambientais de partículas em suspensão na sua sala limpa.
Análise especializada dos resultados com documentação completa, auxiliando na avaliação do impacto potencial em seu processo asséptico e na definição de limites de alerta e de ação adequados para atender às expectativas regulatórias.
O monitoramento preciso de partículas é a base de uma estratégia de controle de contaminação eficaz e em conformidade — no entanto, mesmo os sistemas mais avançados podem sofrer perdas de partículas não detectadas durante o transporte.
Nosso Serviço de Medição de Perda de Partículas oferece uma abordagem baseada em dados e riscos para identificar, quantificar e mitigar perdas de partículas em seu sistema de amostragem. Ao simular condições reais de processo e testar diversos comprimentos de tubulação, materiais e configurações, ajudamos você a entender o desempenho real do seu sistema — e não apenas o teórico.
Serviço já disponível na região EMEA, nos EUA, no Brasil, no Japão e em Taiwan.
Por que a amostragem isocinética é essencial — e como garantir que você a esteja realizando? Esta nota de aplicação explica os princípios e oferece recomendações práticas.
Fatores ambientais e configurações de equipamentos podem introduzir variabilidade nas medições de partículas de aerossol. Aprenda como detectar, entender e reduzir essa variabilidade.
Ao realizar amostragem por meio de tubos, a perda de partículas é inevitável — mas qual é a sua magnitude? Este artigo técnico detalha essa perda por tipo de tubo, comprimento e vazão.
Assista a esta sessão conduzida por especialistas para aprender como minimizar perdas e melhorar a confiabilidade dos dados em configurações reais.